terça-feira, 17 de dezembro de 2013
TO BE OR NOT TO BE
'Mãe, Papai Noel existe?'
O Natal está aí e muitos pais enfrentam seus filhos, que lhes fazem perguntas ou comentários incômodos: "Papai Noel existe de verdade ou é de mentirinha?" "O Mateus ainda acredita no Papai Noel, coitado. Ele não existe, não é, mãe?" "O Papai Noel é o papai, não é, mãe?".
Alguns pais não têm dúvida alguma quanto à resposta a dar a seus filhos. Dizem que ele não existe, e ponto final. Alguns até avançam fazendo comentários sobre o consumo exagerado nessa época etc. Mas o problema é que os filhos persistem nos comentários e, mesmo obtendo as mesmas respostas dos pais, voltam ao assunto com frequência.
Esse fato preocupou muito uma jovem mãe, cuja filha está prestes a fazer sete anos, porque a garota está com dúvidas e quer que sua mãe lhe garanta a existência da figura.
Mesmo com a palavra dada da mãe de que agora que ela cresceu já sabe que o Papai Noel não existe, depois de um tempo a menina refaz a pergunta de outros modos. "O que ela quer que eu responda?", me perguntou essa mãe.
Outra mãe chegou a brigar com o filho de cinco anos porque o garoto insiste na crença da figura natalina, o que a mãe não quer. "Gosto mais de falar a verdade de tudo para ele", comentou ela.
Para começo de conversa, a existência dessa figura não tem relação com a verdade, ou melhor, com a realidade. O Papai Noel é uma figura, para a criança, igual às que vivem nos contos que elas ouvem, como animais que falam, bruxas e fadas, princesas encantadas, duendes etc.
Todas são figuras míticas que habitam o imaginário da criança e que estimulam sua criatividade, intensificam emoções prazerosas e/ou dolorosas e colaboram para que muitas angústias sejam elaboradas.
Você já tentou, caro leitor, convencer uma criança de que não há monstro algum em seu quarto, à noite? Ninguém consegue se o caminho tomado pelo adulto for o da realidade. Entretanto, se a solução contemplar a fantasia e a mágica do universo infantil, fica mais fácil.
Eu sempre me lembro com muita admiração da solução que o pai de um garoto de quatro anos encontrou para acabar com o monstro que impedia o sono da família todas as noites. Depois de tentar provar ao filho que o tal monstro não existia, ele decidiu entrar na fantasia do filho. Comprou uma espada de plástico e disse ao filho que ela era mágica, feita para espantar monstros.
Deixou a espada ao lado da cama do filho e orientou o garoto a usar a espada caso o monstro aparecesse. Mágica: depois disso, a família voltou a dormir sossegada.
Com o Papai Noel é a mesma coisa. Creio que as crianças não querem uma resposta para o fenômeno, no qual elas acreditarão independentemente da postura da família. Quando elas perguntam, talvez tudo o que elas peçam seja a possibilidade de uma conversa com seus pais a respeito de seu crescimento, de suas fantasias ou até mesmo da despedida delas.
Elas querem saber, por exemplo, como substituir a figura do Papai Noel. E é importante que elas saibam que podem fazer isso, pois a figura traz em si uma ideia: a de que alguém quer fazer a alegria de outro alguém nesse dia.
Mas, para que isso ocorra, os pais precisam se interessar verdadeiramente pelo que seus filhos têm a dizer, escutar com interesse suas ideias sem moralizar, considerar suas hipóteses e, principalmente, achar que o que eles dizem é importante.
rosely sayão
domingo, 15 de dezembro de 2013
O BARDO
Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
(Boa noite , Amor )
William Shakespeare
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
(Boa noite , Amor )
William Shakespeare
NEUROCIÊNCIAS
Tecnologia permite a pessoa com doença cerebral voltar a falar normalmente.
Os sintetizadores, que conferem um tom metálico às palavras, podem ser substituídos por vozes reais.
Pessoas com paralisia cerebral, danos cerebrais ou outras doenças neurológicas podem se tornar inaptas a falar - e precisam recorrer aos sintetizadores de vozes - aqueles aparelhos que 'codificam a mensagem enviada pelo cérebro em fala, mas uma fala metálica, robótica.
Pensando nisso, uma empresa norte-americana desenvolveu uma tecnologia, que se chama VocaliD, e que pretende fazer o mesmo processo com um resultado totalmente diferente. Para construir uma voz personalizada, muito parecida com a de qualquer ser humano, a empresa extrai propriedades da voz - ou de qualquer som emitido - pela pessoa com problemas.
Em seguida, os empreendedores aplicam esses sons a uma voz real doada por uma pessoa com a mesma idade, tamanho, sexo do cliente com problemas. O empreendimento, em seu site, informa que recebe vozes de doadores e, também, pode enviá-las para quem tiver interesse.
A professora Rupal Patel, diretora do Laboratório de análise de comunicação da Northeastem University, e o médico Tim Bunnell, são os responsáveis pela iniciativa. De acordo com o site mantido por eles, apenas nos Estados Unidos há 2,5 milhões de pessoas com severos problemas para falar por conta de alguma doença.
Os sintetizadores, que conferem um tom metálico às palavras, podem ser substituídos por vozes reais.
Pessoas com paralisia cerebral, danos cerebrais ou outras doenças neurológicas podem se tornar inaptas a falar - e precisam recorrer aos sintetizadores de vozes - aqueles aparelhos que 'codificam a mensagem enviada pelo cérebro em fala, mas uma fala metálica, robótica.
Pensando nisso, uma empresa norte-americana desenvolveu uma tecnologia, que se chama VocaliD, e que pretende fazer o mesmo processo com um resultado totalmente diferente. Para construir uma voz personalizada, muito parecida com a de qualquer ser humano, a empresa extrai propriedades da voz - ou de qualquer som emitido - pela pessoa com problemas.
Em seguida, os empreendedores aplicam esses sons a uma voz real doada por uma pessoa com a mesma idade, tamanho, sexo do cliente com problemas. O empreendimento, em seu site, informa que recebe vozes de doadores e, também, pode enviá-las para quem tiver interesse.
A professora Rupal Patel, diretora do Laboratório de análise de comunicação da Northeastem University, e o médico Tim Bunnell, são os responsáveis pela iniciativa. De acordo com o site mantido por eles, apenas nos Estados Unidos há 2,5 milhões de pessoas com severos problemas para falar por conta de alguma doença.
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