domingo, 15 de dezembro de 2013

NEUROCIÊNCIAS

Tecnologia permite a pessoa com doença cerebral voltar a falar normalmente.


Os sintetizadores, que conferem um tom metálico às palavras, podem ser substituídos por vozes reais.
Pessoas com paralisia cerebral, danos cerebrais ou outras doenças neurológicas podem se tornar inaptas a falar - e precisam recorrer aos sintetizadores de vozes - aqueles aparelhos que 'codificam a mensagem enviada pelo cérebro em fala, mas uma fala metálica, robótica.
Pensando nisso, uma empresa norte-americana desenvolveu uma tecnologia, que se chama VocaliD, e que pretende fazer o mesmo processo com um resultado totalmente diferente. Para construir uma voz personalizada, muito parecida com a de qualquer ser humano,  a empresa extrai propriedades da voz - ou de qualquer som emitido - pela pessoa com problemas. 
Em seguida, os empreendedores aplicam esses sons a uma voz real doada por uma pessoa com a mesma idade, tamanho, sexo do cliente com problemas. O empreendimento, em seu site, informa que recebe vozes de doadores e, também, pode enviá-las para quem tiver interesse.
A professora Rupal Patel, diretora do Laboratório de análise de comunicação da Northeastem University, e o médico Tim Bunnell, são os responsáveis pela iniciativa. De acordo com o site mantido por eles, apenas nos Estados Unidos há 2,5 milhões de pessoas com severos problemas para falar por conta de alguma doença.

Nenhum comentário:

Postar um comentário